“Ah, não! Agora até futebol é idolatria?”: Que relação há entre os cristãos e a Copa?

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 Antes de ler o texto, clica no Play aí abaixo e assista a esses dois pequenos vídeos:

Veja nos artigos  abaixo o que dizem adventistas e alguns batistas sobre futebol e fé cristã:

“CAMPEONATO MUNDIAL DE FUTEBOL

Por Henrique Berg

O futebol é algo que atrai e emociona, polariza e apaixona. O jogador domina a bola , faz de conta que vai e não vai, que chuta e não chuta. Engana, dribla, avança, ataca, super a e… E a multidão aplaude, vibra e delira. Aplaude quem? Aquele que melhor soube iludir, enganar,  sobrepujar e derrotar. Características de que m são estas? Que posição adotaremos nós, adventistas sinceros que queremos  ser, em face de mais um campeonato mundia desse jogo?

Alguém nos diz : — “eu não sou apaixonado pelo futebol. Apenas quando o Brasil joga… , sabe, é uma questão de patriotismo”. E a gente fica pensando que sentimento de patriotismo é aquele. Será que o sentimento patriótico terreno deve levar-no s a cultiva r o gosto por aquilo que não existe no Céu? O fato de torcermos pelo Brasil não no s levará depois a defender também as cores de um a agremiação local? E não acabará também tornando-no s apaixonados por aquilo que abandonamos por ocasião de nossa conversão?

No livro O Conflito dos Séculos, à página 587, lemos de pessoas que, se fossem levadas subitamente para o Céu, sentiriam verdadeira tortura por estar ali. Almejariam fugir daquele lugar. Cultivara m gostos e afeições por coisas que lá não encontram. Não têm prazer de estar no Céu.

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A psicologia nos diz que tudo o que vemos, ouvimos, saboreamos, etc , transforma-s em desejos, gostos, vontades, inclinações, de maior o u menor intensidade, na proporção do impacto e da repetição com que foram registrados em nosso subconsciente . A soma dos impulsos gerados por esses gostos e vontades, que brotam de nosso íntimo, acaba por determinar o nosso caráter e o nosso destino. Não podemos pretender o Céu enquanto implantamos em nossa natureza o fintar, iludir, competir, derrotar. Vaiar o que caiu e aplaudir o autor dessas faça nhas são princípios de outro soberano.

Dentro de algumas semanas mais, quando em todas as ruas e em todas as esquinas os locutores se fizerem ouvir irradiando os lances dramáticos das jogadas, e no ar poluído de fumaça ecoar o pipocar dos foguetes, que efeito educativo pe

rmitiremos que esse campeonato exerça sobre nós?  Render-nos-emos às suas emoções para finalmente descobrir que nos inabilitamos par a o Céu? Ou faremos dele um ponto de prova par a testar se já nos educamos o suficiente a ponto de não sentir mais atrações por ele? Sabem, deixar do futebol é tão difícil com o deixar de fumar ou de beber. É preciso muita concentração nas coisas de Deus. Muita perseverança, muita oração. É preciso cair de joelhos e suplicar que Deus mude a natureza, os gostos, as vontades. É preciso nascer de novo. Quando isto acontece, o futebol deixa de ser enfeitiçante atração. O coração não tem mais prazer nele. O gol da vitória foi marcado” .

FONTE: (Pastor Henrique Berg – Então presidente da Associação Paranaense quando escreveu este artigo – Revista Adventista, pág. 16 – Maio de 1978).


Comentário (compilado) do pastor batista Edison Gomes da Silva:

Os torcedores fanáticos e os semi-fanáticos fazem dos times de futebol os seus ídolos e extravasam suas emoções na marcação do gol. Os jogadores que se destacam tornam-se “talismã”, e motivo de “salvador” dos seus clubes.
 A idolatria destes torcedores estão no amor ao time seja qual nome tenha sem reservas, colocando seus prazeres acima da razão e da fé.
No antigo testamento as nações tinham seus ídolos, e faziam marcas no corpo e todo um culto para os seus deuses: Baal, Dagom, Moloque, Diana dos Efésios, e outros deuses que podemos chamar de forma metafórica os clubes da época, trazendo uma indignação ao verdadeiro Deus.

Hoje as nações substituíram os ídolos pagãos (imagens) pelos times de futebol ou ao clube do coração.
O verdadeiro Deus não compactua com essa forma de culto de extravasamento, hedonista acima da razão e da fé, pois Ele é o único que deve ser adorado e amado. “Portanto, amados meus, fugi da idolatria”. 1 Coríntios 10.14 – RVP.

Assim os chamados Cristãos do século XXI estão apoiando e participando da idolatria futebolística, deixam os cultos regulares da sua igreja, não vão para escola bíblica e as reuniões dos departamentos não comparecem por que o seu time de coração está jogando ficando em casa na TV ou indo ao estádio assistir o jogo. Estes torcedores pelos seus times prediletos inconscientemente ou conscientemente estão preenchendo o vazio de sua alma pelo clube do coração e Jesus fica no banco de reserva.

Os seguidores de Cristo, e conhecedores da verdade libertadora devem assumir uma posição de neutralidade e denunciar esta forma idolátrica, que afasta muitos do verdadeiro e único Deus.  As Boas Novas para todos os torcedores de todos os clubes é convidar Cristo para ser o titular da sua vida. …Deus não divide sua glória com ninguém!

“Eu sou o SENHOR; este é o Meu Nome; e a outro não dareis a minha Glória, nem Meu louvor à imagens”. Isaias 42.8 – RVP.

Pr. Edison Gomes da Silva

Fonte: Site da Associação Batista de Osasco – http://www.aboa.org.br/conteudoNot.asp?IDMenu=21&offset=40&idRepCat=166

“Assim diz o SENHOR: Não aprendais o caminho das nações,… Porque os costumes dos povos são vaidade” JEREMIAS 10:2-3

“Eu sou o SENHOR; este é o Meu Nome; e a outro não dareis a minha Glória…”. Isaias 42.8

“Não terás outros deuses diante de mim.” ÊXODO 20:3



Comparação impactante entre a idolatria antiga e a moderna. Seis citações inspiradas endossam esta comparação:

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“Durante a noite, fui testemunha do que se realizara nos terrenos da escola. Os alunos que tomaram parte na grotesca pantomima apresentada, representaram a mente do inimigo, alguns por maneira deveras imprópria. Foi-me apresentada uma visão das coisas, visão em que os alunos estavam jogando partidas de tênis e de críquete. Foram-me dadas então instruções quanto ao caráter dessas diversões. Elas me foram mostradas como uma espécie de idolatria, como os ídolos das nações.” (Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 350)

“A oferta de prazeres e divertimentos centraliza-se nas cidades. Muitos pais que escolhem um lar na cidade para os filhos, pensando dar-lhes maiores vantagens, são desapontados, mas demasiado tarde se arrependem de seu terrível erro. As cidades de nosso tempo tornam-se depressa como Sodoma e Gomorra. Os muitos feriados animam à ociosidade. Os divertimentos — o teatro, corridas de cavalo, jogos, as bebidas alcoólicas, banquetes e orgias — estimulam ao extremo todas as paixões. A juventude é arrastada pela corrente popular. Aqueles que aprendem a amar os divertimentos como um

 fim em si, abrem a porta para uma onda de tentações. Entregam-se a prazeres sociais e satisfações loucas, e sua relação com os amantes de prazeres tem efeito intoxicante sobre a mente. São arrastados de uma a outra forma de dissipação, até perderem, não só o desejo, como a capacidade para a vida útil. Suas aspirações religiosas esfriam; a vida espiritual é obscurecida. Todas as nobres faculdades da mente, tudo que liga o homem ao mundo espiritual é rebaixado.” (Parábolas de Jesus, p. 21)

“Quando os alunos da escola foram para seus jogos de competição e jogo de futebol, quando se absorveram na questão do divertimento, Satanás achou boa ocasião de entrar e neutralizar o Espírito de Deus em moldar e servir-Se do agente humano.” (Mensagens Escolhidas 1, p. 131).

“Não tenho conseguido encontrar nenhum caso em que Ele [Jesus] tenha ensinado os Seus discípulos a empenharem-se na diversão do futebol ou em jogos de competição, a fim de fazerem exercício físico, ou em representações teatrais; e, no entanto, Cristo era nosso modelo em todas as coisas. Cristo, o Redentor do mundo, deu a cada um a sua obra, e ordena: “Negociai [ocupai-vos, na versão inglesa] até que Eu venha.” Luc. 19:13.”  Fundamentos da Educação Cristã, pág. 229

“Alguns dos mais populares divertimentos, tais como o futebol e o boxe, se têm tornado escolas de brutalidade. Estão desenvolvendo as mesmas características que desenvolviam os jogos da antiga Roma. O amor ao domínio, o orgulho da mera força bruta, o descaso da vida, estão exercendo sobre a juventude um poder desmoralizador que nos aterra.” Conselhos sobre Saúde, pág. 189

“Quanto tempo é gasto por seres humanos inteligentes em jogos de bola! Mas acaso a satisfação nesses esportes dá aos homens o desejo de conhecer a verdade e a justiça? Mantêm a Deus em seus pensamentos? Levá-los-á a indagar: Como vai com a minha alma?” Conselhos Professores, Pais e Estudantes, pág. 456

Abaixo foto de artigo de site secular declarando que brasileiros adoram/idolatram o futebol:


“Os motivos mais comuns para a preocupação com o futebol têm sido os seguintes:

  1. Paixão– É um esporte que envolve as pessoas de maneira apaixonada, quase como um vício, levando às torcidas organizadas, frequência aos estádios, discussões sobre o melhor time, exageros na comemoração pelas vitórias ou excessos na revolta pelas derrotas. É uma paixão que facilmente leva ao descontrole. Não combina com o comportamento cristão.

“As diversões e dispêndio de meios para satisfação própria que, passo a passo, levam a glorificação do próprio eu, e a educação nesses jogos com fim de desfrutar prazer, produz por essas coisas um amor e paixão que não são favoráveis ao aperfeiçoamento do caráter cristão.” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 322)

Outras bases para frequentar estádios podem ser encontradas no Salmo 1:1-6, nos perigos de violência que rodeiam o local, e nas práticas que ali são realizadas.

  1. Confronto direto– É um esporte que leva as pessoas ao enfrentamento direto. É claro que ele não é o único. O basquete e outros também enfrentam a mesma realidade. Havendo esse confronto, acaba havendo também mais agressão, discussão e competição. Isso não combina com nosso espírito cristão

  1. Desentendimento– Parece que entre os esportes, o futebol tem sido o campeão de desentendimentos entre os participantes. É frequente você observar entre os jogadores apaixonados, gente discutindo por regras que não aceita, por não concordar com a maneira como o outro joga, pela atitude de um juiz, e tudo isso acaba em desentendimento e inimizades. Aliás, dizem que um dos melhores lugares para conhecer o caráter de alguém é dentro de um campo de futebol. Isso fere nossa postura cristã.

  1. Competiçăo– Ou seja, a rivalidade entre dois grupos que buscam ser um melhor do que o outro. Muito da condenação do futebol vem em função do forte clima de competição que ele gera. Pior ainda, quando, além da competição normal do esporte, são organizados campeonatos em que a guerra pela vitória vai aos extremos. O papel do cristão não é derrotar o outro para ser o melhor do que ele, mas sempre buscar o bem do próximo. Quando futebol recebe um tempero extra, ele vai diretamente contra a essência de nossa mensagem.” 

FONTE: https://megaphoneadv.blogspot.com/2013/06/futebol-pros-contras-e-conselhos-de.html


“Assim diz o SENHOR: Não aprendais o caminho das nações,… Porque os costumes dos povos são vaidade” JEREMIAS 10:2-3

“Eu sou o SENHOR; este é o Meu Nome; e a outro não dareis a minha Glória…”. Isaias 42.8

“Não terás outros deuses diante de mim.” ÊXODO 20:3

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